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Viver com Saude

Viver com Saude
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taubaté, sp, Brazil
Sou amigo, tranquilo, legal, amável, levo uma vida saudável sem álcool, cigarro. Faço caminhadas,alimentação balanceada, adoro praia, fui criado em Ubatuba, moro atualmente em Taubaté SP.

O que é IMC?

O IMC significa índice de massa corporal. Esse índice é usado para indicar se a pessoa está no seu peso ideal, com sobrepeso, obesa ou abaixo do peso ideal. Apesar do IMC não calcular diretamente a gordura corporal, ele estatisticamente tem mostrado correlacionar satisfatoriamente com medições diretas da gordura no corpo. Desta forma, o IMC é um método fácil e rápido de verificar se a pessoa está no peso ideal.

Tabela IMC

Antes de tudo, é preciso salientar que o Índice de Massa Corporal é apenas um indicador, e não determina de forma inequívoca se uma pessoa está acima do peso ou obesa. Quais são os pontos fracos do IMC? Há alguns problemas em usar o IMC para determinar se uma pessoa está acima do peso. Por exemplo, pessoas musculosas podem tem um Índice de Massa Corporal alto e não serem gordas. O IMC. Também não é aplicável para crianças.

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Gelatina: benefícios não só para a dieta

Saiba como esse pozinho pode ajudar o seu organismo, Ela ganhou a fama de ser o alimento número 1 quando o assunto é dieta. Saborosa, refrescante, hipocalórica, que ajuda a combater aquela vontade aguda por doces e guloseimas e ainda, de baixo custo e fácil preparação. Sim, a gelatina é tudo isso. Mas se engana quem pensa que ela deve estar inserida apenas no cardápio das pessoas preocupadas com os ponteiros da balança. Na verdade, os benefícios dessa delícia são bem maiores do que possam imaginar. Duvidam? Pois então vamos desmistificar o que há por trás daquele simples pozinho. A gelatina é composta praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na renovação do colágeno. Que precisam ser adquiridos através da alimentação porque o nosso metabolismo não consegue sintetizá-los. Para ter uma idéia da importância da gelatina, ela possui nove tipos deles, faltando apenas o triptofano (precursor da serotonina), o neurotransmissor que nos deixa feliz. Se consumida regularmente, ela auxilia na redução dos níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia. Por ser rica em proteína, ela fortalece os ossos e previne o organismo de doenças como a osteoporose. Ela promove também uma maior resistência física aos desportistas. E mais: colabora para a manutenção da juventude, deixando cabelo, unhas e pele mais bonitos. Ainda não está convencido do poder da gelatina? Então dá uma olhadinha nos detalhes abaixo. Por que ela faz bem? Por ser principal fonte de colágeno substância que tem como função impedir a deformação dos tecidos que fazem parte da estrutura de ossos, pele, cartilagens e tendões, a gelatina tem um papel importante na prevenção e no tratamento de doenças, como artrose e osteoporose. Também é bastante utilizada na recuperação de pessoas submetidas a procedimentos cirúrgicos, pois é um excelente agente cicatrizante. O ideal é ingerir dois potes por dia ou bater no liquidificador uma colher de sopa de gelatina em pó com um pote de iogurte. Pronto, sua manutenção de colágeno está garantida! Composição: A matéria-prima da gelatina é o colágeno, geralmente extraído da pele, tendões, ossos e cartilagens dos mamíferos. Embora os seres humanos sejam mamíferos, não se obtêm colágenos deles. Ideal nas dietas: Um dos benefícios dessa delícia é que ela é isenta de gordura. Das variadas marcas disponíveis no mercado, cada 100g fornecem 380 kcal, estas vindas praticamente dos carboidratos. A mesma quantidade, mas na versão diet, além de ser isenta de carboidratos, fornece aproximadamente 7 kcal, obtidas exclusivamente das proteínas. A diet é isenta de carboidratos. Por isso, se você está de regime opte sempre pela versão sem açúcar. No entanto, é interessante variar os sabores para não enjoar. Outra vantagem dessa delícia é que ela retarda o esvaziamento do estômago, deixando a pessoa saciada e hidratada por mais tempo. E ainda: dificulta a absorção dos carboidratos e das gorduras pelo estômago e pelos intestinos. Pele mais firme: Você já deve ter ouvido falar que, quando envelhecemos ou emagrecemos, nossa pele vai perdendo elasticidade e firmeza. Isso acontece por conta do enfraquecimento gradativo do colágeno, que exerce essa função estrutural de sustentação e preenchimento da pele. Com uma dieta rica em proteínas (lembre-se, gelatina é proteínas), atividade física e pouca exposição solar é possível melhorar a saúde, como fortalecer unhas, ter um cabelo brilhante e a pele mais saudável. No entanto, é importante salientar: não existem milagres na área da saúde! Ou seja, não basta consumir grande quantidade de gelatina diariamente sem mudar o estilo de vida precário. Portanto, não esperem pelo milagre da gelatina que não vai funcionar. Na mesa: Por apresentar facilidade em ser convertida para a forma sólida e líquida por meio do aquecimento, ela torna-se um produto ideal para fazer ou acompanhar sobremesas como gomas, caramelos, iogurtes, mousses, tortas, bolos e sorvetes. Além de ganhar na praticidade em prepará-la, a gelatina pode dar um charme todo especial ao doce por ser colorida e se adaptar facilmente a qualquer formato. Isso, claro, sem contar de todos os benefícios à sua saúde já citados anteriormente. Em cápsulas: Hoje já é possível encontrar, em farmácias especializadas, as gelatinas em cápsulas. Elas apresentam os mesmos benefícios da gelatina em pó, porém, as versões em cápsulas são mais eficientes para a formação de colágeno por serem pura e sem adição de corantes. Quanto à absorção, as do tipo em pó são absorvidas em maior velocidade. A desvantagem da encapsulada é que para se obter 10g (dose mínima diária) é necessária a ingestão de 20 cápsulas, enquanto na versão em pó, a mesma quantidade é obtida em apenas uma colher de sobremesa. Sempre as utilize com a indicação de um profissional de saúde capacitado, pois a dose pode variar de acordo com a necessidade de cada organismo. Não existe contra-indicação para o consumo da gelatina, mas os diabéticos devem ter atenção especial para não consumirem as versões não diet. Já para os alérgicos a determinados componentes, o ideal é sempre consultar um especialista antes de consumi-la. O mesmo é recomendado para as pessoas que sofrem de insuficiência renal, para evitar sobrecargas renais. Garantir a saúde e a beleza do nosso corpo é uma tarefa que requer mais do que o consumo a determinados alimentos. É, sobretudo, a combinação de práticas saudáveis adotadas no nosso dia-a-dia, como alimentação equilibrada, prática de atividades físicas, uso de protetor solar e hidratante e evitar hábitos prejudiciais à saúde como consumir cigarros, drogas e bebidas alcoólicas. Devemos sempre partir da premissa de que só quem ama é que cuida de verdade. Portanto, ame-se e seja feliz!

Calorias negativas matam a fome e aceleram a dieta


Para digerir estes alimentos, você gasta mais calorias do que consume, Você certamente tem uma amiga maníaca por calorias. Ela conhece os números de todas as bebidas, salgadinhos, doces e te dos pratos mais complicados. Mas o que pouca gente conhece são os alimentos com as chamadas calorias negativas. É isso mesmo: com eles, você emagrece comendo. Isso porque a digestão desses alimentos queima mais energia do que a contida neles, propriamente. "Essa situação também é conhecida por efeito térmico do alimento ou termogênese". "Geralmente, os legumes podem ser enquadrados na categoria de alimentos com calorias negativas", afirma à especialista. Na entrevista que você confere a seguir, a especialista explica como funciona o raciocínio e como você pode usá-lo a favor da sua dieta. 1. A quantidade de calorias consumida na digestão é, realmente, alta? Esse gasto calórico varia conforme o tipo de dieta. Por exemplo, a proteína gasta mais energia (cerca de 25% do total energético ofertado) para ser digerida que o carboidrato e a gordura (cerca de 4%). Quanto mais difícil a digestão, maior o consumo energético. O gasto calórico vai variar conforme o Gasto Energético Basal Gasto Energético Total (gasto de energia diário com o metabolismo) de cada indivíduo, que representa de 5 a 15% do GET. 2. Qual a diferença entre um alimento com calorias negativas e um com zero calorias? Um alimento com calorias negativas é aquele que possui menos calorias do que ele gasta para ser digerido. É o caso do limão, tangerina, melancia, ameixa, brócolis, aspargo, repolho, pepino, cebola, salsão, abobrinha, berinjela, couve-flor, nabo e pimenta vermelha. Um alimento zero caloria é aquele que não possui nenhum nutriente e que até pode causar doenças caso seja consumido em excesso, como os refrigerantes diet. 3. Alimentos de fácil digestão, como carboidratos simples, têm calorias negativas? Isso vai depender do gasto energético total de cada indivíduo e do tipo de carboidrato (simples: açúcares e amidos ou composto: fibras). Se o gasto energético for alto, ele poderá aproveitar melhor o alimento sem armazená-lo, mas de modo geral, os carboidratos simples e as gorduras possuem menor gasto calórico. 4. Esse trabalho da digestão tem como resposta uma fome mais intensa? Sim, quanto mais rápida a digestão e o esvaziamento gástrico, menor o tempo de saciedade, o que caracteriza apetite mais intenso e, principalmente, por carboidratos. 5. As calorias usadas na digestão variam de acordo com o organismo? Ou a média é bem próxima da realidade? Sim, variam conforme o indivíduo. Cada pessoa tem um ritmo de vida que determina seu metabolismo e isso influenciará diretamente no efeito térmico dos alimentos. 6. Ou é o contrário, as calorias ficam tanto mais negativa quanto mais difícil for à digestão? Baixo valor calórico e alto teor de fibras são dois determinantes para classificar o alimento como negativo quanto ao efeito térmico no processo de digestão. Quanto mais fibra, mais difícil a digestão e mais energia consumida. 7. Em geral, legumes e frutas recebem o selo de "calorias negativas". Em que medida, pensando exclusivamente nas calorias, eles devem estar presentes na dieta? São alimentos que possuem alto teor de fibras insolúveis e, para o bom funcionamento do intestino e manutenção do peso corporal, devem estar presentes diariamente, pelo menos uma vez ao dia na dieta. 8. É possível emagrecer pensando somente nas calorias negativas? Existe uma dieta baseada no conceito de "Calorias Negativas", com bom resultado quando o objetivo é perder peso. Mas ela deve ser bem orientada para não gerar deficiência de alguns nutrientes, afetando o equilíbrio do organismo. 9. É possível montar uma equação em que essas calorias negativas são subtraídas da quantidade de energia consumida no dia? Para isso é necessário calcular o Gasto Energético Basal, Repouso e Total do individuo e analisar toda a dieta. 10. É possível associar calorias negativas e índice glicêmico? Se sim, de que forma? Sim, quanto maior o índice glicêmico, menor o gasto de energia para digestão, ou seja, a caloria não é negativa.

Você pensa que energético é água? Mitos e verdades da bebida.

Eles deixam o corpo mais acelerado, mas depois o cansaço vem em dobro. Para enfrentar a agitação da balada ou para espantar o cansaço de uma noite mal dormida. Estes são apenas dois dos motivos para o consumo de energéticos, os hoje chamados de "refrigerantes para adultos". Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas não Alcoólicas, entre julho e dezembro de 2008, o consumo destes produtos no Brasil foi de 11,7 milhões de litros. No mesmo período de 2009, esse número já era de 17,3 milhões, um salto de 48,5%. Geralmente associada à festas, noitadas e a mistura com bebidas alcoólicas, a bebida produzida à base de substâncias estimulantes, que dão mais pique ao organismo durante um determinado período, também vem sendo relacionada a hábitos de vida saudáveis, como a prática de esportes. Mas será que os energéticos são benéficos para a sua saúde? Ou, pelo contrário, podem trazer consequências ao organismo? E será que viciam? Numa competição, pode dar dopping? A lista de dúvidas que rondam os tais "refrigerantes" é grande. O que é um energético? Energéticos são bebidas à base de cafeína e outras substâncias estimulantes, como a taurina e a glucoronolactona, que potencializam a resposta do cérebro aos estímulos, deixando o corpo mais ativo ou acelerado. Sua fórmula faz com que a pessoa se sinta revigorada durante algumas horas o que causa uma disposição aparente. Mas a ação dos energéticos também tem efeito rebote para o organismo. "É um meio falso de restabelecer o pique. Passado o efeito, você fica ainda mais cansado e sente os efeitos do estresse muscular". Quando consumidas em excesso, as substâncias estimulantes causam ansiedade, agitação, cefaléia e, em alguns casos, apresentam grau de toxidade questionável, como a taurina e a glucoronolactona. "São substâncias que alteram o funcionamento de nosso organismo de forma brusca, por isso devem ser ingeridas com moderação e certa cautela". Um energético hidrata o corpo? Não, pelo contrário, é uma bebida diurética, que faz o organismo eliminar líquido. Segundo a nutricionista Roberta Stella, a principal característica dos energéticos é aumentar a resistência física devido à presença, principalmente, da cafeína. "Eles não foram desenvolvidos visando à hidratação e, por isso, não devem ser consumidos com esta finalidade, sendo necessária a ingestão de água para obter uma boa hidratação". Por que a combinação com álcool é perigosa? Quando são consumidos em combinação com álcool, os energéticos provocam aumento da adrenalina, palpitações, suor e dependendo da quantidade ingerida, podem levar à desidratação já que os dois são diuréticos. "O álcool é um depressor do sistema nervoso central (ele retarda as respostas do cérebro aos estímulos), enquanto o energético é um estimulante, por isso, quando ingerimos álcool é preciso aumentar a dose de energéticos para se alcançar o efeito de euforia. A pessoa que bebe a mistura fica mais acelerada pela ação do estimulante e mais corajosa pela ação do álcool, o que pode ser perigoso". Tomar só energético, sem combinar com álcool, pode prejudicar a saúde? Os energéticos, quando consumidos sozinhos, também fazem mal e que, apesar de serem muito mais perigosos quando combinados com bebidas e outras substâncias, acabam comprometendo a saúde, mesmo quando consumidos isoladamente, em função da alta dose de cafeína e de outros estimulantes. Eles prejudicam o sono? Sim. Em um primeiro momento você perde o sono e fica acelerado, porém, o organismo precisa compensar as horas de sono perdidas e daí a pessoa tende a dormir mais. "Você fica agitado por umas horas e não dorme, depois, dorme demais para compensar o tempo perdido". Há interações perigosas com medicamentos? Sim. O resultado da combinação de energético com medicamentos pode ser bastante prejudicial ao organismo. Se a pessoa já tem algum problema de saúde, tende a piorar. O uso isolado de estimulantes já altera as funções do organismo. "Se o remédio também for estimulante, por exemplo, poderá haver uma inibição de seu efeito". Vicia o organismo a ponto de perder o efeito? Sim. Assim como os demais estimulantes químicos (cafeína ou drogas, como a cocaína, dentre outros), eles deixam de fazer efeito se tiverem o uso for contínuo e a pessoa passa a ingerir quantidades cada vez maiores para obter o mesmo resultado. "Isso varia muito de pessoa a pessoa, mas em geral, o corpo acostuma e pede cada vez mais. Vira um círculo vicioso grave".

:::::::::: Evite o efeito sanfona ::::::::::

Um estudo realizado nos Estados Unidos demonstrou que a perda de 10% ou mais do peso corporal provoca uma mudança importante no organismo. Quando se emagrece, ocorre uma queda nos níveis de leptina no sangue, o que prejudica a produção de enzimas e hormônios. Essa baixa interfere em diversas reações comandadas pelo sistema nervoso central, acarretando uma espécie de desequilíbrio no organismo. Com a interpretação de que algo errado está acontecendo, automaticamente, o corpo diminui até 30% do seu gasto calórico, como forma de autoproteção. Essa pesquisa mostra que, depois da redução do peso, a pessoa fica com o metabolismo mais lento, o que dificulta manter o valor atingido. Esse e outros estudos avaliam os motivos pelos quais é tão complicado não engordar novamente quando o regime acaba. Enquanto os norte-americanos que realizaram esta pesquisa não desenvolvem um tratamento que possa controlar esse desequilíbrio, é preciso tomar alguns outros cuidados para evitar o efeito sanfona. (Evite o efeito sanfona com a reeducação alimentar). Dicas: 1- Saiba distinguir sua massa corporal: "Quando se perde muito peso, além da gordura, perde-se também massa muscular". Por esse motivo, é importante saber o que é massa gorda e o que é massa magra na constituição corporal, para não ter a falsa ilusão de estar mais gordo ou mais magro. 2- Controle a porcentagem do seu peso: Com as particularidades de cada caso, em geral, é indicado que a pessoa não perca mais de 10% do seu peso ao mês, para que o regime não seja descontrolado. 3- Não faça dietas milagrosas: Evite fazer regimes muito restritos ou monótonos. Segundo a nutricionista, depois que o peso ideal é atingido, geralmente a pessoa volta a comer, sem controle, tudo o que não comeu durante a dieta. 4- Encare o regime como reeducação alimentar: É essencial transformar o regime em uma reeducação alimentar integrada com atividade física. Assim, depois que ele acabar, a pessoa terá aprendido a comer, sem pular refeições e ainda terá prazer em praticar exercícios. 5- Não tome remédios sem recomendação: Só tome remédio se for indicado por um profissional. "O medicamento serve para diminuir a fome do paciente e, se ele não faz a dieta conforme orientação, quando pára de tomar o remédio volta a ter fome normal e engorda tudo de novo" finaliza a nutricionista. Vale lembrar que antes de resolver fazer um regime, é importante ter o acompanhamento de um profissional.

Cinco ótimas razões para você incluir aveia no cardápio


A cada fase; o cereal oferece uma série de benefícios, Se você está lutando contra o colesterol elevado, provavelmente já ouviu falar dos poderes da aveia para combater este mal. Por ser rico em fibras solúveis, que se ligam à água e se transformam em um gel capaz de eliminar as gorduras das artérias e impedir que elas sejam absorvidas pelo intestino, o cereal reduz as taxas de LDL (colesterol ruim) e, de quebra, previne o câncer de intestino. E esses não são os únicos benefícios para quem enche a tigela de aveia. Ela é um cereal rico em diversos nutrientes: fibras, ferro, cálcio, magnésio, zinco, cobre, manganês, vitaminas (principalmente vitamina E) e proteínas. Dentre tantas substâncias positivas para a saúde, as fibras solúveis merecem destaque pelas atividades que exercem. Para sentir os efeitos, basta consumi-las diariamente. Com isso, seu intestino fica tinindo e sua saúde comemora. "É no intestino que acontece absorção dos nutrientes necessários ao organismo e a eliminação daqueles que não servem para nada". Os diabéticos também podem se aliar à aveia, já que suas fibras unem-se ao açúcar dos alimentos, fazendo com que ele demore mais tempo para cair na corrente sanguínea. Quem quer emagrecer tem nela mais uma aliada: A aveia dá uma sensação de saciedade mais rápida e você come menos. Resultados à vista, Para desfrutar de tudo isso, a recomendação para pessoas adultas varia entre 20 e 30 gramas diárias. "Uma colher de sopa cheia de aveia tem em média 20 gramas. Essa quantidade equivale a um grama de fibra”, fala sobre o nutriente que mais se destaca no cereal. O nutriente ainda está presente em outros alimentos, como frutas, vegetais, massas e pães em suas versões integrais. Já o consumo entre as crianças varia de acordo com a idade. "Ele deve começar a partir dos dois anos, salvo recomendação médica”. O cálculo é simples: basta somar à idade da criança o número cinco. Se seu filho tem 2 anos, por exemplo, 7 gramas (2 da idade + 5) são suficientes para o aproveitamento dos nutrientes da aveia. As formas para ingerir o cereal são tão variadas quanto às melhoras que ele traz à saúde. Você pode escolher como vai rechear seu cardápio: com os flocos, o farelo ou a farinha de aveia. "Comparando os três, o farelo é o mais nutritivo, seguido pelos flocos e, depois, pela farinha. Mas as diferenças são mínimas, o importante é ter prazer nas refeições".

Quatro passos para turbinar sua memória

É tudo tão simples que mal dá para acreditar, aproveite!
Sofrer com brancos na hora de fazer uma prova ou realizar uma apresentação em público. Esquecer compromissos, datas importantes, nomes e fisionomias. Com o estresse e o excesso de informações a que somos expostos no dia-a-dia, os lapsos de memória são cada vez mais freqüentes e, acredite, eles não têm nada a ver com a idade. Já existem pesquisas apontando que a memória não se degenera com o passar dos anos. Um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Os neurologistas sabem que outros fatores têm muito mais influência sobre a deterioração da memória, quando em comparação à idade avançada. São eles: Estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória. Traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar. Ansiedade e depressão. Cansaço. Drogas e medicamentos. No combate aos efeitos, causados por eles, os especialistas contam com um esquadrão poderoso. A receita inclui desde uma alimentação caprichada até exercícios e -- comemore! -- passatempos de jornal. Veja abaixo e tire proveito dessas descobertas! 1. Alimentos para a memória: Para garantir que os neurotransmissores serão eficazes na transmissão de informações entre células nervosas, invista em alimentos antioxidantes. A quantidade a ser ingerida dever ser recomenda pelo seu médico. Vitaminas B12: Frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo, alface. Vitaminas B15: Amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados, levedo. Vitamina C: Hortaliças e frutas: limão, laranja e cenoura; pimenta vermelha seca. Vitamina E: Óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate, gema de ovo. Colina: Gema de ovo, espinafre cru, soja germinada, levedo, nozes. Selênio: Levedo, ovo, alho e cebola. Zinco: Frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo, maxixe. 2. Exercícios físicos e meditação: Exercícios físicos para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados. Meditação: aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse. Para meditar, basta reservar poucos minutos do dia, escolher um local tranqüilo e uma posição mais confortável. Preste atenção em sua respiração e não dê corda aos pensamentos que vão surgir. Tente deixar a mente em branco. 3. Jogos mentais: Quem diria. Jogos como palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles, leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental são essenciais para combater a falta de memória. 4. Terapia: Fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente continuam a gerar sofrimento, isso porque eles se manifestam em outras circunstâncias aparentemente sem importância. O pai da psicanálise, Sigmund Freud, dizia que tudo aquilo sobre o qual não podemos falar torna-se um sintoma. Sofrimento recalcado é como uma ferida com pus. Vai latejar até você drená-la. Terapia é uma alternativa eficiente para esses casos.

Má digestão é uma das causas da gordura localizada

Comer devagar e evitar líquidos durante as refeições é essencial para aproveitar os nutrientes. Aquele desconforto que, muitas vezes, aparece logo após as refeições pode gerar diferentes problemas para nosso corpo, entre eles a acne, olheiras, sono excessivo, constipação intestinal e gordura localizada. De acordo com a nutricionista funcional, esses sintomas muitas vezes vêm acompanhados da má digestão. A gordura localizada, por exemplo, é muito favorecida pela má digestão, já que o corpo não consegue digerir ou eliminar o que não irá aproveitar. Esses alimentos mal digeridos vão se acumulando e se transformando em gordura. Outro problema é a constipação intestinal que acontece quando o estômago e o intestino são sobrecarregados e têm dificuldade para absorver os nutrientes e a produzir minerais essenciais. Para evitar a constipação é necessário comer devagar, o dia-a-dia acaba levando para a correria na mesa e quando não mastigamos direito, o estômago e o intestino têm dificuldade para absorver os nutrientes, resultando em problemas como gases e abdômen estendido. O sono e moleza no corpo que sempre aparecem depois das refeições, principalmente após o almoço, também estão diretamente ligados com os problemas da má digestão. De acordo com a especialista, a má digestão leva à sensação de peso no estômago e cansaço, o que traz sono em excesso. Fazer pequenos lanches a cada três horas ajuda a controlar a fome e a ânsia pela próxima refeição. Para evitar essas complicações são necessárias algumas mudanças, e evitar líquidos na hora de comer é uma delas. O líquido dilui o ácido clorídrico fundamental para o processo digestivo. O ideal é não beber nada meia hora antes e meia hora depois de comer. Outra dica especial está em prestar atenção nos alimentos que não caem bem no seu estômago, Se aquela massa sempre deixa uma sensação de mal estar, substitua o pedido para evitar problemas. Na hora de temperar as saladas, troque os temperos prontos e o óleo de soja por azeite de oliva ou óleo de linhaça.