:::::::::: Evite o efeito sanfona ::::::::::
Um estudo realizado nos Estados Unidos demonstrou que a perda de 10% ou mais do peso corporal provoca uma mudança importante no organismo. Quando se emagrece, ocorre uma queda nos níveis de leptina no sangue, o que prejudica a produção de enzimas e hormônios. Essa baixa interfere em diversas reações comandadas pelo sistema nervoso central, acarretando uma espécie de desequilíbrio no organismo. Com a interpretação de que algo errado está acontecendo, automaticamente, o corpo diminui até 30% do seu gasto calórico, como forma de autoproteção. Essa pesquisa mostra que, depois da redução do peso, a pessoa fica com o metabolismo mais lento, o que dificulta manter o valor atingido. Esse e outros estudos avaliam os motivos pelos quais é tão complicado não engordar novamente quando o regime acaba. Enquanto os norte-americanos que realizaram esta pesquisa não desenvolvem um tratamento que possa controlar esse desequilíbrio, é preciso tomar alguns outros cuidados para evitar o efeito sanfona. (Evite o efeito sanfona com a reeducação alimentar). Dicas: 1- Saiba distinguir sua massa corporal: "Quando se perde muito peso, além da gordura, perde-se também massa muscular". Por esse motivo, é importante saber o que é massa gorda e o que é massa magra na constituição corporal, para não ter a falsa ilusão de estar mais gordo ou mais magro. 2- Controle a porcentagem do seu peso: Com as particularidades de cada caso, em geral, é indicado que a pessoa não perca mais de 10% do seu peso ao mês, para que o regime não seja descontrolado. 3- Não faça dietas milagrosas: Evite fazer regimes muito restritos ou monótonos. Segundo a nutricionista, depois que o peso ideal é atingido, geralmente a pessoa volta a comer, sem controle, tudo o que não comeu durante a dieta. 4- Encare o regime como reeducação alimentar: É essencial transformar o regime em uma reeducação alimentar integrada com atividade física. Assim, depois que ele acabar, a pessoa terá aprendido a comer, sem pular refeições e ainda terá prazer em praticar exercícios. 5- Não tome remédios sem recomendação: Só tome remédio se for indicado por um profissional. "O medicamento serve para diminuir a fome do paciente e, se ele não faz a dieta conforme orientação, quando pára de tomar o remédio volta a ter fome normal e engorda tudo de novo" finaliza a nutricionista. Vale lembrar que antes de resolver fazer um regime, é importante ter o acompanhamento de um profissional.
Cinco ótimas razões para você incluir aveia no cardápio
A cada fase; o cereal oferece uma série de benefícios, Se você está lutando contra o colesterol elevado, provavelmente já ouviu falar dos poderes da aveia para combater este mal. Por ser rico em fibras solúveis, que se ligam à água e se transformam em um gel capaz de eliminar as gorduras das artérias e impedir que elas sejam absorvidas pelo intestino, o cereal reduz as taxas de LDL (colesterol ruim) e, de quebra, previne o câncer de intestino. E esses não são os únicos benefícios para quem enche a tigela de aveia. Ela é um cereal rico em diversos nutrientes: fibras, ferro, cálcio, magnésio, zinco, cobre, manganês, vitaminas (principalmente vitamina E) e proteínas. Dentre tantas substâncias positivas para a saúde, as fibras solúveis merecem destaque pelas atividades que exercem. Para sentir os efeitos, basta consumi-las diariamente. Com isso, seu intestino fica tinindo e sua saúde comemora. "É no intestino que acontece absorção dos nutrientes necessários ao organismo e a eliminação daqueles que não servem para nada". Os diabéticos também podem se aliar à aveia, já que suas fibras unem-se ao açúcar dos alimentos, fazendo com que ele demore mais tempo para cair na corrente sanguínea. Quem quer emagrecer tem nela mais uma aliada: A aveia dá uma sensação de saciedade mais rápida e você come menos. Resultados à vista, Para desfrutar de tudo isso, a recomendação para pessoas adultas varia entre 20 e 30 gramas diárias. "Uma colher de sopa cheia de aveia tem em média 20 gramas. Essa quantidade equivale a um grama de fibra”, fala sobre o nutriente que mais se destaca no cereal. O nutriente ainda está presente em outros alimentos, como frutas, vegetais, massas e pães em suas versões integrais. Já o consumo entre as crianças varia de acordo com a idade. "Ele deve começar a partir dos dois anos, salvo recomendação médica”. O cálculo é simples: basta somar à idade da criança o número cinco. Se seu filho tem 2 anos, por exemplo, 7 gramas (2 da idade + 5) são suficientes para o aproveitamento dos nutrientes da aveia. As formas para ingerir o cereal são tão variadas quanto às melhoras que ele traz à saúde. Você pode escolher como vai rechear seu cardápio: com os flocos, o farelo ou a farinha de aveia. "Comparando os três, o farelo é o mais nutritivo, seguido pelos flocos e, depois, pela farinha. Mas as diferenças são mínimas, o importante é ter prazer nas refeições".
Quatro passos para turbinar sua memória
É tudo tão simples que mal dá para acreditar, aproveite!
Sofrer com brancos na hora de fazer uma prova ou realizar uma apresentação em público. Esquecer compromissos, datas importantes, nomes e fisionomias. Com o estresse e o excesso de informações a que somos expostos no dia-a-dia, os lapsos de memória são cada vez mais freqüentes e, acredite, eles não têm nada a ver com a idade. Já existem pesquisas apontando que a memória não se degenera com o passar dos anos. Um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Os neurologistas sabem que outros fatores têm muito mais influência sobre a deterioração da memória, quando em comparação à idade avançada. São eles: Estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória. Traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar. Ansiedade e depressão. Cansaço. Drogas e medicamentos. No combate aos efeitos, causados por eles, os especialistas contam com um esquadrão poderoso. A receita inclui desde uma alimentação caprichada até exercícios e -- comemore! -- passatempos de jornal. Veja abaixo e tire proveito dessas descobertas! 1. Alimentos para a memória: Para garantir que os neurotransmissores serão eficazes na transmissão de informações entre células nervosas, invista em alimentos antioxidantes. A quantidade a ser ingerida dever ser recomenda pelo seu médico. Vitaminas B12: Frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo, alface. Vitaminas B15: Amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados, levedo. Vitamina C: Hortaliças e frutas: limão, laranja e cenoura; pimenta vermelha seca. Vitamina E: Óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate, gema de ovo. Colina: Gema de ovo, espinafre cru, soja germinada, levedo, nozes. Selênio: Levedo, ovo, alho e cebola. Zinco: Frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo, maxixe. 2. Exercícios físicos e meditação: Exercícios físicos para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados. Meditação: aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse. Para meditar, basta reservar poucos minutos do dia, escolher um local tranqüilo e uma posição mais confortável. Preste atenção em sua respiração e não dê corda aos pensamentos que vão surgir. Tente deixar a mente em branco. 3. Jogos mentais: Quem diria. Jogos como palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles, leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental são essenciais para combater a falta de memória. 4. Terapia: Fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente continuam a gerar sofrimento, isso porque eles se manifestam em outras circunstâncias aparentemente sem importância. O pai da psicanálise, Sigmund Freud, dizia que tudo aquilo sobre o qual não podemos falar torna-se um sintoma. Sofrimento recalcado é como uma ferida com pus. Vai latejar até você drená-la. Terapia é uma alternativa eficiente para esses casos.
Sofrer com brancos na hora de fazer uma prova ou realizar uma apresentação em público. Esquecer compromissos, datas importantes, nomes e fisionomias. Com o estresse e o excesso de informações a que somos expostos no dia-a-dia, os lapsos de memória são cada vez mais freqüentes e, acredite, eles não têm nada a ver com a idade. Já existem pesquisas apontando que a memória não se degenera com o passar dos anos. Um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Os neurologistas sabem que outros fatores têm muito mais influência sobre a deterioração da memória, quando em comparação à idade avançada. São eles: Estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória. Traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar. Ansiedade e depressão. Cansaço. Drogas e medicamentos. No combate aos efeitos, causados por eles, os especialistas contam com um esquadrão poderoso. A receita inclui desde uma alimentação caprichada até exercícios e -- comemore! -- passatempos de jornal. Veja abaixo e tire proveito dessas descobertas! 1. Alimentos para a memória: Para garantir que os neurotransmissores serão eficazes na transmissão de informações entre células nervosas, invista em alimentos antioxidantes. A quantidade a ser ingerida dever ser recomenda pelo seu médico. Vitaminas B12: Frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo, alface. Vitaminas B15: Amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados, levedo. Vitamina C: Hortaliças e frutas: limão, laranja e cenoura; pimenta vermelha seca. Vitamina E: Óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate, gema de ovo. Colina: Gema de ovo, espinafre cru, soja germinada, levedo, nozes. Selênio: Levedo, ovo, alho e cebola. Zinco: Frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo, maxixe. 2. Exercícios físicos e meditação: Exercícios físicos para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados. Meditação: aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse. Para meditar, basta reservar poucos minutos do dia, escolher um local tranqüilo e uma posição mais confortável. Preste atenção em sua respiração e não dê corda aos pensamentos que vão surgir. Tente deixar a mente em branco. 3. Jogos mentais: Quem diria. Jogos como palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles, leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental são essenciais para combater a falta de memória. 4. Terapia: Fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente continuam a gerar sofrimento, isso porque eles se manifestam em outras circunstâncias aparentemente sem importância. O pai da psicanálise, Sigmund Freud, dizia que tudo aquilo sobre o qual não podemos falar torna-se um sintoma. Sofrimento recalcado é como uma ferida com pus. Vai latejar até você drená-la. Terapia é uma alternativa eficiente para esses casos.
Má digestão é uma das causas da gordura localizada
Comer devagar e evitar líquidos durante as refeições é essencial para aproveitar os nutrientes. Aquele desconforto que, muitas vezes, aparece logo após as refeições pode gerar diferentes problemas para nosso corpo, entre eles a acne, olheiras, sono excessivo, constipação intestinal e gordura localizada. De acordo com a nutricionista funcional, esses sintomas muitas vezes vêm acompanhados da má digestão. A gordura localizada, por exemplo, é muito favorecida pela má digestão, já que o corpo não consegue digerir ou eliminar o que não irá aproveitar. Esses alimentos mal digeridos vão se acumulando e se transformando em gordura. Outro problema é a constipação intestinal que acontece quando o estômago e o intestino são sobrecarregados e têm dificuldade para absorver os nutrientes e a produzir minerais essenciais. Para evitar a constipação é necessário comer devagar, o dia-a-dia acaba levando para a correria na mesa e quando não mastigamos direito, o estômago e o intestino têm dificuldade para absorver os nutrientes, resultando em problemas como gases e abdômen estendido. O sono e moleza no corpo que sempre aparecem depois das refeições, principalmente após o almoço, também estão diretamente ligados com os problemas da má digestão. De acordo com a especialista, a má digestão leva à sensação de peso no estômago e cansaço, o que traz sono em excesso. Fazer pequenos lanches a cada três horas ajuda a controlar a fome e a ânsia pela próxima refeição. Para evitar essas complicações são necessárias algumas mudanças, e evitar líquidos na hora de comer é uma delas. O líquido dilui o ácido clorídrico fundamental para o processo digestivo. O ideal é não beber nada meia hora antes e meia hora depois de comer. Outra dica especial está em prestar atenção nos alimentos que não caem bem no seu estômago, Se aquela massa sempre deixa uma sensação de mal estar, substitua o pedido para evitar problemas. Na hora de temperar as saladas, troque os temperos prontos e o óleo de soja por azeite de oliva ou óleo de linhaça.
:::: Depressão e força de vontade ::::
Não se entregue e resolva o problema, certo? Errado. Este é um dos mitos que cercam a depressão, muito frequente hoje em dia. Estima-se que 4% dos adolescentes, 7% dos homens adultos e 12% das mulheres experimentem, a cada ano, um ou mais episódios de depressão. O termo (depressão) pode se referir à profunda tristeza que uma pessoa sente quando perde alguém da família, por exemplo. Mas a depressão clinica vai além. Ela vem acompanhada de alterações na química do cérebro, que geram sintomas como desânimo, cansaço e fraqueza. Além disso, a depressão pode ser a manifestação de uma doença orgânica não diagnosticada, como o câncer. Pode também ser resultado do uso de drogas. Ou pode ocorrer após o parto. A depressão pode acometer qualquer pessoa e tem de ser encarada como um problema a ser tratado. um estudo publicado no estados unidos ilustra este fato: Idosos cujo ideal de Homem é o tipo (forte e silencioso) não aceitam o diagnóstico de depressão e não buscam ajuda. E ela existe, sobe a forma de medicamentos e como psicoterapia. Já houve tempo em que a pessoa com depressão sofria calada por causa de mitos, agora desfeitos pela ciência. Fonte Moacyr Scliar.
Como surge o esporão de calcanhar?
A cada ano, cerca de um milhão de brasileiros e 2,5 milhões de americanos procuram os consultórios de ortopedistas queixando-se de dores no calcanhar. A maior parte desses pacientes apresenta um problema chamado fasceíte plantar, ou fascite plantar, uma inflamação no tecido que recobre os músculos da sola do pé, comumente chamada de esporão. Para entender a origem do esporão de calcanhar é importante lembrar que a planta do pé é composta por estruturas elásticas (músculo) e rígidas (fáscia), que potencializam a força dos músculos flexores curtos dos dedos e funcionam como um braço de alavanca. Na prática, essas estruturas aumentam a eficiência do impulso, que é acionado quando o calcanhar se distancia do solo. Um estresse excessivo nesta região provoca um estiramento da fáscia, originando fissuras e inflamação. Entre as principais causas estão a retração do tendão calcâneo conhecido popularmente como tendão de Aquiles e pés com a curvatura acentuada, rígidos, pouco flexíveis ou pronados. As pessoas mais suscetíveis ao problema são mulheres com idade entre 40 e 50 anos, praticantes de esportes como caminhada, corridas e maratonas. Há, ainda, incidência significativa de casos entre as que trabalham em pé por longos períodos ou que sofrem com sobrepeso. O tratamento é principalmente clínico, realizado por meio de exercícios de alongamento do tendão de Aquiles e da fascia plantar. Estudos revelam que 80% dos portadores de esporão de calcanhar melhoram após seis a oito semanas de tratamento. Além da fisioterapia, medicamentos para amenizar as dores e conter a inflamação podem ser benéficos. Ao persistir a doença, especialistas recomendam a terapia de ondas de choque extracopórea. Os tratamentos cirúrgicos costumam ser raros, cabendo a casos muito específicos.
:::::::::::: Super alimentos ::::::::::::
Comer de forma saudável na verdade quer dizer abundancia não privação. Existem pelo menos mil substancias nos alimentos que ajudam a nos proteger de doenças cardíacas, câncer e envelhecimento precoce. Muitas dessas substancia são a causa das vibrantes cores de certas frutas e legumes. Com a ajuda de romãs, aboboras couve, tomates e acelga, por exemplo, podemos garantir uma alimentação equilibrada nutritiva e deliciosa! Abobora são ricas em beta caroteno, que pode reduzir o risco de desenvolvimento de certos tipos de câncer e doenças cardíacas. Também podem prevenir alguns aspectos do envelhecimento. As aboboras contêm poucas calorias, gorduras e sódio e são ricas em fibras as sementes contém grande quantidade de proteínas magnésio e ferro. Abobora japonesa – este é um dos legumes mais saudáveis que existem. Como as outras aboboras, a japonesa é rica em vitamina c e betacaroteno. As romãs são particularmente ricas em antioxidantes, como o ácido elágico, que reduz a inflamação, fator prejudicial tanto nas doenças cardíacas quanto em muitos tipos de câncer. Um estudo revelou que o suco de romã reverte à progressão da doença das artérias coronárias. Agora temos boas novas: um estudo recente descobriu que o suco de romã reduz a taxa de crescimento do câncer de próstata. O suco melhora o fluxo sanguíneo para o coração e pode aumentar o fluxo de sangue para os órgãos sexuais, possibilitando uma potência sexual melhor. Talvez por isso atribuam a Afrodite, a deusa grega do amor, a plantação da primeira romãzeira em Chipre! Tomates os tomates são ricos em licopeno, que pode ajudar a reduzir o risco de doenças cardíacas, câncer de mama, de pulmão e de próstata. Cozinhar o tomate ajuda a ativar o licopeno, portanto o molho e a pasta de tomate podem ser particularmente benéficos os tomates contêm ainda vitaminas a, c, e, e potássio. Pimentões os vermelhos, especialmente, podem ajudar a fortalecer o sistema imunológico. Eles são excelentes fontes de vitamina c (três vezes mais do que a laranja) e betacaroteno. Gengibre o mesmo contém um composto chamado gingerol, que pode diminuir a pressão arterial e melhorar a circulação sanguínea. Também pode ajudar a aliviar enxaquecas e a dor da artrite, bloqueando as prostaglandinas que causam a inflamação. Couve, acelga essas e outras verduras de cor verde-escura contêm luteína, que ajuda a proteger a proteger a visão contra degeneração macular e cataratas. A couve e rica em betacaroteno, vitaminas C, E folato, assim como cálcio e magnésio, importantes para a manutenção de ossos fortes. E uma xícara de acelga cozida tem cerca de um terço da ingestão diária recomendada de magnésio, que ajuda a manter saudáveis as células musculares e nervosas.
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